As incríveis e extraordinárias capivaras romenas dão hoje mais um passo em seu objetivo de dominar o mundo e conseguir o telefone da Gisele Bündchen (não necessariamente nessa ordem): A estréia do Capivaras Romenas F.C. na sexta divisão do Trophy Manager.
Sim, na temporada anterior o time estava na oitava divisão e foi vice-campeão. Subiu para a sexta porque sete dá azar e as belas e charmosas capivaras romenas não quiseram arriscar a sorte. Através de rituais macabros antigos, conseguiram fazer com que o número sete desaparecesse do universo durante alguns dias, tempo suficiente para saltar de divisão.
Tudo bem que alguns planetas habitados do universo extra-solar explodiram no processo matando bilhões de seres vivos. Mas, afinal, tudo tem um preço, né? O que são bilhões de vidas inocentes quando o que está em jogo é pular duas divisões de uma só vez num torneio de futebol?
Hoje, com o início da nova temporada do Trophy Manager, as fenomenais e fofas capivaras romenas prometem observar o time de perto, fazendo divertidas torturas mortais educativas em todos os jogadores no caso de perderem alguma partida. Todos se motivaram bastante com isso.
Agora, é esperar as partidas começarem e ver qualé.
Atenciosamente,
Presidência Imperial do Capivaras Romenas F.C.
O novo filme do Batman veio sob várias expectativas. A expectativa de ser melhor que Batman Begins. A expectativa do Coringa ser melhor que o do Jack Nicholson (bom… pra mim isso era uma certeza, não uma expectativa). A expectativa de um melhor aprofundamento na história, já que não teria mais a necessidade de ser uma “história de origem”. Enfim, a expectativa de ser um filme bom pra cacete! E foi :)
Foi tudo fantástico em Batman: O Cavaleiro das Trevas. Definitivamente um dos melhores filmes de ação de todos os tempos. Além até da “classificação” de “filme de quadrinhos”. Mas, claro, uma análise de um filme jamais passaria incólume no Inutiologia sem a participação de meus amigos imaginários, que surgiram imediatamente após eu ver o filme.
- Vocês de novo? Vamos simplificar essa história porque não estou com muita paciência hoje. Vejamos… Gumercindo!
- Presente!
- Os críticos foram praticamente unânimes nos elogios ao filme. Devo então supor que você gostou, certo?
- Claro. Nunca houve uma melhor atuação de um ator morto desde O Corvo.
- Beleza. Fredimundo, tenho certeza que você também não tem nada para falar contra esse filme.
- Certamente. Nunca vi um vilão psicótico tão bem construído desde O Silêncio dos Inocentes.
- Zenóbio, você deve ter gostado da troca da namorada do Batman, certo?
- Sim, a outra já era gostosinha, mas essa é bem mais interessante. Pena que o Coringa detonou com ela, mas o personagem era tão legal que até dava pra perdoar. Só achei que podia ter uma Mulher-Gato pra melhorar a história.
- Por fim… Agenor. O que você vai ter pra criticar dessa vez?
- Nem vou começar falando que o original é melhor porque seria chover no molhado.
- Que é isso, rapaz? Tirando a “motinho bate-volta”, o filme foi perfeito.
- Pra começar, o filme chupou várias idéias da Piada Mortal. Mas com desvantagens. Enquanto que no gibi o Coringa tentava destruir a mente do Jim Gordon para provar que qualquer um pode ficar maluco como ele, no filme criaram uma situação estapafúrdia com os navios para mostrar que ninguém tem instinto assassino que nem o Coringa.
- Poxa… Mas não foi legal?
- Quer coisa mais inverossímil que dois navios com centenas de pessoas e não ter unzinho sequer que apertasse o botão pra explodir o outro barco e se safar? Pô! Um barco estava repleto de assassinos, estupradores e sabe lá mais o quê! Como ninguém teria coragem de fazer sso por lá?
- Certo, mas…
- A origem do Duas Caras também foi alterada!
- Tudo bem, mas ela teve mais consistência e ficou perfeita dentro do contexto do filme.
- Nah! O legal do Duas Caras é ter sido queimado em ácido durante um julgamento e ter se tornado um vilão com obsessão no número dois. E, mais importante, ele tinha que continuar vivo, pô!
- Mas o contexto…
- Além do mais, o Lucius Fox ficou sabendo da identidade secreta do Batman! Antes ele pelo menos só desconfiava, mas tudo ficava mais ou menos sutil.
- Mais alguma coisa?
- Batman assume assassinatos para justificar ser perseguido pela polícia!!!
- Peraí! Isso é o ponto alto do final do filme. Torna tudo mais interessante para o próximo.
- Bom… É o que eu acho.
- E eu acho que você é bobo, feio e chato!
- Você usou essa mesma piada na conversa sobre Batman Begins.
- Então simplesmente vá à m%@! - concluí com um argumento mais adulto e razoável que um nerd poderia encontrar para defender o filme do Batman de quem não o considerou mais perfeito ainda que o filme anterior.
Tirando uns chatos de plantão que sempre vão existir (tipo um pentelho que setou perto de mim no cinema e sempre reclamava das cenas mais exageradas ou o pessoal de sociedades que defendem a natureza que reclamaram do Batman lutar contra cachorros [o que eles fariam? deixariam os cachorros os devorarem?]), o filme é fantástico e mostra que, de vez em quando, a DC ainda acerta no cinema.
Pena que para cada filme bom da DC sempre aparecem uns 20 bons da Marvel :P
Pra variar, esqueci de postar na data certa as novas tirinhas do Gedezinho, que foram publicadas nas duas primeiras edições do ano no GDestaque, revista do Colégio Gonçalves Dias (edições 59 e 60, respectivamente de março/abril e maio/junho).


Bom… A Exposição Star Wars já acabou. Mas minhas férias forçadas do blog acabaram atrasando meus posts sobre o assunto. Como nerd que é nerd não costuma se importar muito com o espaço-tempo, vamos continuar com o assunto até esgotá-lo.
Dessa vez, vamos falar de um dos pontos altos da exposição: As miniaturas originais das naves e robôs! Praticamente fabulosos “brinquedinhos”, que deixavam todo mundo babando no vidro de proteção. Eram melhores que qualquer brinquedo do Guerra nas Estrlas. Afinal, foram as naves usadas nas filmagens!
Ao menos é o que os responsáveis pela exposição juravam. E a gente, claro, acreditava em tudo.

Metade do tempo que passei admirando os “brinquedinhos” serviu para arquitetar diversos planos para surrupiá-los na calada da noite. Qualquer tribunal perdoaria um nerd afoito. Vasculhei minha mente em busca de alternativas ninjas (lançar uma bomba de fumaça para confundir os seguranças enquanto levava as naves), opções cinematográficas (descer pelo duto de ar condicionado do teto suspenso por uma corda desviando dos olhares atentos dos guardas que, provavelmente, estariam cochilando) e até possibilidades quadrinísticas (chutar o vidro para estilhaçá-lo, pegar as naves e ameaçar explodir todo o local com gás do riso mortal caso o Batman não ficasse longe da cena do crime).
Nada suficientemente nerd para mim.

Por fim, a solução mais óbiva: uma estratégia jedi! Ora, bolas, era claro que o melhor caminho para me apoderar daquelas belezinhas era seguindo os métodos próprios do local. Imediatamente me aproximei de um segurança e, com voz e mente firmes, disse:
- Você vai pegar essa navezinha para mim.
- Quê?
- Você vai pegar essa navezinha para mim.
- Tá maluco?
- Você vai pegar essa navezinha para mim.
- Rapaz, eu sou imune contra poderes jedi.

Desisti e fui para a lojinha, que vendia réplicas das naves, sem pintura nem acabamento, por um valor monstruoso. Desisti dos “brinquedinhos” e comprei só uma fotomontagem minha em frente a uma nave dos rebeldes.
Não, não mostrarei jamais essa foto!
Não gosto de aniversários. Nunca gostei, na verdade. Isso ocorre por uma série de fatores, mas o principal, acredito, é que minha bizarra timidez não goste de datas em que eu, ao menos em tese, ficaria em evidência. Ainda mais quando toda a França pára para festejar meu aniversário :)
Contudo, este ano o aniversário veio com um peso extra: O peso dos trinta anos!
Não é nada, não é nada, mas até os 29 você ainda pode dizer que é jovem. Afinal, sua idade começa com “vinte e…”. Mas trinta é ruim até de falar. Se não tomar cuidado, pula um perdigoto na primeira sílaba de “trinta”.
Os trinta anos são o início de uma caminhada que te leva aos quarenta. E fatalmente vem aquela sensação de que o tempo está mais curto pra fazer tudo que se quer fazer e, afinal, por que cargas d’água não fizemos tudo o que tínhamos pra fazer até ontem, quando ainda tínhamos um belo “vinte e…”?
Mas não liguem… São só as reclamações de um velho!
Amanhã eu melhoro :)
Faz tanto tempo que estou devendo posts no Inutiologia que acumulei assuntos velhos para comentar. Menos mal :)
Bom… Um desses assuntos velhos é mais uma das tentativas desesperadas do Dudu de conseguir links. Ele chupou a idéia de um outro blog que, por sinal, chupou a idéia também de outro blog (bom… a blogosfera é assim, afinal) e apresentou uma fórmula para criar a capa do seu primeiro CD, caso você fizesse parte de uma banda de rock.
Basta seguir o passo-a-passo a seguir:
1 - O título da primeira página aleatória que aparecer neste link será o nome da sua banda.
2 - As últimas quatro palavras da última citação desta página formarão o título do seu disco.
3 - A terceira foto dessa página, não importa qual seja, será a capa do seu disco.
4 - Abra qualquer editor de imagem e monte o layout do seu CD.
Eu fiz isso há um mês, mas achei que a capa ficou tão boa e com todos os elementos fazendo tanto sentido entre si, que não podia deixar de registrar:

Inutiologia, aqui me tens de regresso,
e suplicante te peço a minha nova inscrição.
Voltei pra rever os posts que um dia
eu digitei com pesar ou alegria,
me acompanha minha pouca razão.
Inutiologia, sabendo que andei distante
sei que esses leitores falantes vão agora ironizar:
“Ele voltou, o inútil voltou novamente,
partiu daqui tão contente, por que razão quer voltar?”
Acontece que o Mestrado que cobriu meu caminho
de trabalhos, pesquisas e resuminhos,
sugando a vida do meu coração
compreendeu e abraçou-me dizendo a sorrir
meu escravo você pode partir, mas não esqueça sua dissertação.
Vá rever os teus posts, teus textos, capivaras,
vá escrever novas bobajadas e entreter seus leitores leais.
Vá embora, pois me resta o consolo e alegria
de saber que depois da Inutiologia
é de mim que você gosta mais.
PS: Perdão, Nelson Gonçalves.
O título não faz sentido, mas é por aí…
Em resumo, o blog entra em férias forçadas por pelo menos um mês. Final de semestre para quem trabalha em escola (aliado ao Mestrado, que está chegando a seu pico de estresse) é algo que nenhum mortal consegue agüentar.
Resumindo o resumo, embora minha intenção fosse acabar de vez com as férias blóguicas quando surgiu a nova versão do Inutiologia, vou ter que fazer pelo menos mais uma. De qualquer forma, é uma justificativa para minha ausência por tanto tempo a partir de agora.
Sintetizando o resumo resumido, volto a escrever lá pra julho. De preferência antes do meu aniversário. De preferência se eu ainda estiver com meu cérebro funcionando.
Cérebro funcionando?…
Em nossa batalha para preservar a história das fantásticas e fenomenais capivaras romenas, trazemos mais um post de conteúdo velhinho, vindo diretamente da antiga página em homenagem a esses fabulosos animais.
Esse texto foi reformatado a partir de um site bem mais antigo que o próprio Inutiologia 1.0. O texto foi levemente adaptado naquilo que era absurdamente datado, mas, logicamente, não deu pra fazer milagres:
A História das incríveis e auspiciosas Capivaras Romenas
As capivaras romenas surgiram por volta de 1598 no reino da Romênia, mais conhecido na época como Depósito Armado de Jogral. Alguns historiadores afirmam que o motivo desse apelido tão estranho seria porque a Romênia, durante o período feudal, foi rota de passagem de poetas e cancioneiros que iam em busca das glórias oferecidas pelo condado de Duncan, terra vizinha, que em 1656 foi transferido para a Baixa Ásia, sendo destruído pelo ataque dos bárbaros de Hong Kong em 1766.
As capivaras romenas sempre foram motivo de discussão entre as altas rodas da intelectualidade londrina, lisboeta e pernambucana. Dizia-se, já em 1920, que elas não passavam de lenda, porém a República Popular da Romênia sempre desmentiu os boatos, categorizando a existência real dessa espécie de animal silvestre. Várias caçadas infrutíferas se seguiram em busca de sua comprovação existencial, porém os caçadores sempre voltavam de mãos abanando.
Porém, no dia 14 de julho de 1978, um jovem expoente literário do Reino Unido da Romênia chamado Ludwig Van Aufwiedersehen, obteve os primeiros indícios de que as capivaras romenas realmente haviam existido e comprovou sua teoria ao retirar das tetas de uma capivara mãe que adormecia em um orvalho um líquido espumante ao qual deu o nome de capivarol. Hoje em dia, Ludwig é um renomado multimilionário, coisa que só foi possível pela venda do capivarol em larga escala. Sua sorte é que a Revolução Industrial tinha acabado de aportar em seu país (um tanto atrasada, é verdade) o que facilitou seu trabalho.
Mas apenas em 1991 foi capturado o primeiro espécime, que não durou muito tempo no laboratório de pesquisas da Universidade Federal da Romênia e Jaboatão (UFRJ), pois o professor Markus Silvkus a seqüestrou após apaixonar-se pelo animal. Isso foi notícia no mundo inteiro, o que incentivou milhares de romenos a conquistar sua própria capivara. A febre capivárica dura até hoje porque não tem fim. Até porquê, se tivesse fim, não duraria até hoje.
No início de 1996 o primeiro exemplar de capivara romena aportou no Brasil, tendo sido enviada como presente do grão-vizir romeno Abladaarkus Euritorks a um amigo (cujo nome até hoje está mantido em segredo) que fazia parte do corpo de usuários de um antigo BBS (uma espécie de precursor do MSN), no Rio de Janeiro (uma espécie de precursor da Bósnia). Adicionada ao BBS, a capivara romena multiplicou-se através de backups e invadiu os lares de língua portuguesa e romena de todo o Alto Xingu para baixo.
Essa homepage apenas faz parte do plano das capivaras romenas para dominar o mundo. Por sinal, eu não estou escrevendo isso. É minha capivara romena quem está digitando, fazendo a programação visual e direcionando os links. Você ter lido até aqui esse texto, gastando seu tempo, cada vez mais curto na velocidade do mundo atual, é a prova cabal de que as capivaras conseguem conquistar qualquer pessoa.
Parabéns! Você foi infectado pelo vírus capivárico!
Antes de continuar falando sobre os objetos da Exposição Star Wars, antes de comentar sobre a frustração de não conseguir participar da Academia Jedi, antes mesmo de falar sobre a emoção ao ver Darth Vader pessoalmente (não precisamente pessoalmente, claro), um ponto muito importante deve ser citado sobre a Exposição Star Wars: As gatinhas jedi!
Para quem está acostumado com eventos nerds, não há muita surpresa em se encontrar moças bonitas. Há muitas nerds bonitas por aí. Eu sei que isso é quase um contrasenso para quem está fora do contexto nérdico, mas é a realidade. Portanto, não houve nenhum espanto particular ao se ver moças bonitas passeando pela exposição (algumas das mulheres do Conselho Jedi mineiro, por sinal, eram umas gracinhas - com todo respeito).
O caso da Exposição Star Wars foi especial e merece nota porque houve, por motivos óbvios, uma profusão de gatinhas com roupas jedi. Para os fãs de Guerra nas Estrelas, isso só perde em fetiche para o biquíni da Princesa Leia (não, infelizmente não havia nenhuma moça por lá com o biquíni de escrava da Leia).
Sei que nem todas as gatinhas jedi que trabalhavam na exposição a caráter são necessariamente nerds. Mas não deixam de ser gatinhas jedi. O único problema é que era difícil dar uma cantada. Afinal, chegar junto de uma moça e pedir para ver seu sabre de luz é algo que, decididamente, pegaria muito mal.
