
Já falei do acarajé (o que gerou revolta de muitos amigos baianos, já que admiti não gostar desse troço), mas ainda não comentei de maneira geral sobre comida. Sim, comida. Afinal, dois gordos visitando um outro gordo não poderia gerar outra coisa se não um turismo gastronômico.
Logo no meu primeiro dia em Salvador, o Dudu me levou para uma churrascaria rodízio e uma pizzaria muito boas (das quais não lembro os nomes, o que por sinal ocorre com todos os locais que eu visitei, então nem perca tempo me perguntando). No dia seguinte, quando pegamos o Conrad no aeroporto em plena madrugada, foi melhor ainda, já que ele nos levou a um supermercado que oferece café da manhã no estilo de hotéis. Em outras palavras, comida pra caramba!
Para não gastar muito tempo com detalhando cada café da manhã, almoço, lanche, janta e congêneres, vou citar apenas os dois casos mais interessantes (um que me deixou feliz e outro que me fez pagar um leve mico).
Começo com o restaurante fabuloso onde fiz a foto que ilustra esse post. Simplesmente uma pizzaria rodízio, que também tinha rodízio de batata frita, de banana à milanesa (apesar de um garçom meio boiola ficar com um olhar lânguido pra cima de mim chamando a banana de “nanana”). e rodízio de frango. Sem contar uma mesa na qual pode-se montar uma massa com o tipo e quantidade de massa que você quiser, além de todos os complementos possíveis e quantas conchas de molho você agüentar (ou não). Tudo por um preço único bem pequeno. Très fantastique! Saí de lá com a barriga cheia (e olha que isso não é tão fácil de acontecer no meu caso)
Agora, a pior história. Pior pra mim, pelo menos. No último dia do Conrad, o Dudu nos levou para um restaurante de frutos do mar para comer moqueca de camarão. O único problema: eu detesto camarão. Daí, fiz a coisa mais inteligente que alguém poderia fazer num restaurante de frutos do mar: pedi um filé de boi à parmiggiana. Pois é. O troço custou quase tão caro quanto a moqueca e era simplesmente o pior bife que eu já comi na minha vida! Dudu e Conrad saíram de lá empazinados, depois de detonarem em dupla uma moqueca que dava para três gordos. E eu saí enjoado e quase vomitando de tão ruim que era o bife que eu me obriguei a comer todo, apesar de ruim pra diabo
PS: Bom… Com esse post acho que concluí minhas “Impressões da Bahia”. Não lembro de mais nada interessante para escrever (além daquilo que jamais escreverei). Se lembrar de alguma coisa, publico qualquer dia desses. Ah… Quanto às fotos da Morsinha, mês que vem elas estarão por aqui, sem falta.