Capivaras romenas e outros animais NonSense (7)

Jacaré mexicano (foto: arquivo Inutiologia)
Jacaré mexicano: Nos subúrbios estereotípicos do México encontra-se um singelo animal que, apesar de suas origens reptilianas, gosta de travestir-se como um bandoleiro mamífero (mamando tequila, nesse caso): o jacaré mexicano. Sua forte mandíbula é capaz de produzir sons guturais, geralmente amplificados pelos microfones que carrega para todos lados. Ele costuma obrigar povoados inteiros a acompanhar seus shows musicais sob a mira de um revólver (ainda é mistério para os biólogos como diabos ele consegue segurar o gatilho do revólver com suas patas não apropriadas para tal realização). Apesar de aparentemente violento, o jacaré mexicano é na verdade um animal doce e suave, que está em perigo de extinção, já que milhares de sua espécie morrem anualmente pela caça predatória que ocorre na fronteira entre o México e os Estados Unidos (os caçadores aproveitam a época de acasalamento, quando os jacarés mexicanos tentam iniciar sua migração para o norte, para caçá-los antes que atravessem a fronteira).

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 - Comentários (0)

Capivaras Romenas F.C. - nova temporada

Capivaras Romenas Futebol ClubeAs incríveis e extraordinárias capivaras romenas dão hoje mais um passo em seu objetivo de dominar o mundo e conseguir o telefone da Gisele Bündchen (não necessariamente nessa ordem): A estréia do Capivaras Romenas F.C. na sexta divisão do Trophy Manager.

Sim, na temporada anterior o time estava na oitava divisão e foi vice-campeão. Subiu para a sexta porque sete dá azar e as belas e charmosas capivaras romenas não quiseram arriscar a sorte. Através de rituais macabros antigos, conseguiram fazer com que o número sete desaparecesse do universo durante alguns dias, tempo suficiente para saltar de divisão.

Tudo bem que alguns planetas habitados do universo extra-solar explodiram no processo matando bilhões de seres vivos. Mas, afinal, tudo tem um preço, né? O que são bilhões de vidas inocentes quando o que está em jogo é pular duas divisões de uma só vez num torneio de futebol?

Hoje, com o início da nova temporada do Trophy Manager, as fenomenais e fofas capivaras romenas prometem observar o time de perto, fazendo divertidas torturas mortais educativas em todos os jogadores no caso de perderem alguma partida. Todos se motivaram bastante com isso.

Agora, é esperar as partidas começarem e ver qualé.

Atenciosamente,
Presidência Imperial do Capivaras Romenas F.C.

quarta-feira, 23 de julho de 2008 - Comentários (0)

A história das capivaras romenas

Em nossa batalha para preservar a história das fantásticas e fenomenais capivaras romenas, trazemos mais um post de conteúdo velhinho, vindo diretamente da antiga página em homenagem a esses fabulosos animais.

Esse texto foi reformatado a partir de um site bem mais antigo que o próprio Inutiologia 1.0. O texto foi levemente adaptado naquilo que era absurdamente datado, mas, logicamente, não deu pra fazer milagres:

A História das incríveis e auspiciosas Capivaras Romenas

As capivaras romenas surgiram por volta de 1598 no reino da Romênia, mais conhecido na época como Depósito Armado de Jogral. Alguns historiadores afirmam que o motivo desse apelido tão estranho seria porque a Romênia, durante o período feudal, foi rota de passagem de poetas e cancioneiros que iam em busca das glórias oferecidas pelo condado de Duncan, terra vizinha, que em 1656 foi transferido para a Baixa Ásia, sendo destruído pelo ataque dos bárbaros de Hong Kong em 1766.

As capivaras romenas sempre foram motivo de discussão entre as altas rodas da intelectualidade londrina, lisboeta e pernambucana. Dizia-se, já em 1920, que elas não passavam de lenda, porém a República Popular da Romênia sempre desmentiu os boatos, categorizando a existência real dessa espécie de animal silvestre. Várias caçadas infrutíferas se seguiram em busca de sua comprovação existencial, porém os caçadores sempre voltavam de mãos abanando.

Porém, no dia 14 de julho de 1978, um jovem expoente literário do Reino Unido da Romênia chamado Ludwig Van Aufwiedersehen, obteve os primeiros indícios de que as capivaras romenas realmente haviam existido e comprovou sua teoria ao retirar das tetas de uma capivara mãe que adormecia em um orvalho um líquido espumante ao qual deu o nome de capivarol. Hoje em dia, Ludwig é um renomado multimilionário, coisa que só foi possível pela venda do capivarol em larga escala. Sua sorte é que a Revolução Industrial tinha acabado de aportar em seu país (um tanto atrasada, é verdade) o que facilitou seu trabalho.

Mas apenas em 1991 foi capturado o primeiro espécime, que não durou muito tempo no laboratório de pesquisas da Universidade Federal da Romênia e Jaboatão (UFRJ), pois o professor Markus Silvkus a seqüestrou após apaixonar-se pelo animal. Isso foi notícia no mundo inteiro, o que incentivou milhares de romenos a conquistar sua própria capivara. A febre capivárica dura até hoje porque não tem fim. Até porquê, se tivesse fim, não duraria até hoje.

No início de 1996 o primeiro exemplar de capivara romena aportou no Brasil, tendo sido enviada como presente do grão-vizir romeno Abladaarkus Euritorks a um amigo (cujo nome até hoje está mantido em segredo) que fazia parte do corpo de usuários de um antigo BBS (uma espécie de precursor do MSN), no Rio de Janeiro (uma espécie de precursor da Bósnia). Adicionada ao BBS, a capivara romena multiplicou-se através de backups e invadiu os lares de língua portuguesa e romena de todo o Alto Xingu para baixo.

Essa homepage apenas faz parte do plano das capivaras romenas para dominar o mundo. Por sinal, eu não estou escrevendo isso. É minha capivara romena quem está digitando, fazendo a programação visual e direcionando os links. Você ter lido até aqui esse texto, gastando seu tempo, cada vez mais curto na velocidade do mundo atual, é a prova cabal de que as capivaras conseguem conquistar qualquer pessoa.

Parabéns! Você foi infectado pelo vírus capivárico!

sábado, 31 de maio de 2008 - Comentários (0)

Capivaras Romenas Futebol Clube

Capivaras Romenas Futebol ClubeAs fantásticas e fenomenais capivaras romenas possuem um ritual medieval que consistia em chutar o crânio dos seus grandes inimigos naturais (as galinhas da Transilvânia) enquanto tentavam acertar uma rede feita com as tripas de outro inimigo natural (as jamantas embuchadas de Jacarta).

Como hoje em dia esse ritual seria considerado muito simples, preferiram aproximar esse ritual medieval do que hoje chamamos de futebol. Aquele jogo onde uns malucos chutam uma bola pra tentar acertar uma rede, ou algo do tipo.

Com isso em mente, as incríveis e estrelares capivaras romenas fizeram o óbvio: Criaram o Capivaras Romenas F.C., o mais novo time de futebol do mundo. E do Brasil também.

Para facilitar, as partidas das bestiais e craconas capivaras romenas serão exibidas no site Trophy Manager. Como são humildes, começaram na 8ª divisão do torneio. Claro que já ameaçaram de morte todos os jogadores para o caso de não vencerem (parte da cultura capivárica, claro, nada para se preocupar).

Acompanhe as partidas e, se quiser, aproveite para se inscrever no site e montar seu próprio time de futebol. Quem sabe em breve não criamos um Troféu Capivara de Ouro para os leitores (hahahaha) do Inutiologia que ousarem jogar contra o Capivaras Romenas F.C.?

Quem viver, verá! Vini vidi vici! Ouviram do Ipiranga as margens plácidas! Capivaras Romenas não têm 13 letras! Urrú!

sábado, 17 de maio de 2008 - Comentários (0)

Capivaras romenas e outros animais NonSense (replay II)

Trazemos a segunda parte da recuperação das primeiras fotos da antiga seção dedicada às capivaras romenas e outros animais NonSense:

Capivara Romena (foto: arquivo Inutiologia)
Capivara Romena: Essa fantástica foto foi conseguida após árduos trabalhos da campo patrocinados pelo governo da República Autarquista Romena. A foto foi tirada no Parque Nacional de Asbuskus, na cidade romena de Baknus. Pode-se perceber o ataque impiedoso de uma capivara romena a um de seus alimentos preferidos, o BobBurgão. Na parte inferior direita da foto, vê-se os restos mortais do animal atacado anteriormente, o “galo gigante da Romênia”. A capivara deixou as coxinhas porque detesta as coxinhas à milanesa dessa animal.

Gato Indiano (foto: arquivo Inutiologia)
Gato Indiano: Espécime raríssimo, criado a partir do cruzamento de uma égua andina com um potro carnívoro inglês, esse gato tem o poder de atrair suas presas com seu olhar hipnótico. Esse poder provém do estudo intensivo dos escritos árabes unido ao poder de cura dos faquires da Índia, país que esse animal escolheu para habitar. Entre suas presas podemos incluir desde pequenos ratos até grandes elefantes. Só não come vaca porque é sagrada.

domingo, 11 de maio de 2008 - Comentários (0)

Capivaras romenas e outros animais NonSense (replay)

Agora que o Inutiologia foi totalmente reformulado, algumas seções deixaram de existir. Entre elas, a página específica das capivaras romenas. Com isso, as primeiras fotos e os textos sobre as capivaras seriam relegados ao ostracismo internético se não fosse a busca desenfreada por posts fáceis de escrever.

Portanto, os próximos posts das capivaras romenas serão, precisamente, as recapitulações do que nunca havia sido publicado como post :)

Para começar, trazemos duas das quatro fotos que começaram a série de fotos de capivaras romenas e outros animais NonSense:

Capivara Romena (foto: arquivo Inutiologia)
Capivara Romena: Essa foto foi tirada pelo biólogo Admitius Von Kupper num raro momento de distração de uma capivara romena durante o outono de Lilibeth, cidade tropical ao sul da Romênia. O chapéu foi feito de bambus naturais da região, o cachecol é de couro legítimo de cobra - um dos principais alimentos das capivaras romenas - e o cigarro foi uma distração da mãe-natureza quando passou perto desse belo espécime de capivara que roubou seu maço sagrado

Girafa Aquática Niteroiense (foto: arquivo Inutiologia)
Girafa Aquática Niteroiense: Animal que habita o município de Niterói, vizinho da cidade maravilhosa São Gonçalo e da desconhecida Rio de Janeiro. Adquiriu a capacidade de nadar na Baía de Guanabara ainda no período mesozóico, quando a Ponte Rio-Niterói ainda não existia. Hoje em dia, a girafa aquática niteroiense é rara, pois a poluição da Baía fez com que vários espécimes morressem intoxicados. Outras se mudaram para São Paulo, onde nadam no rio Tietê. Na foto acima, vê-se um exemplar desse animal à beira da Baía lutando bravamente contra as famosas algas assassinas de Icaraí.

sexta-feira, 25 de abril de 2008 - Comentários (0)

Capivaras romenas e outros animais NonSense (6)

Estamos pertinho da Natal, portanto trazemos um animal NonSense especial para reforçar esse espírito natalino (sem contar que, com um só, fica mais fácil fechar o post):

Canguru da Lapônia (foto: arquivo Inutiologia)
Canguru da Lapônia: Na distante Lapônia, terra do Papai Noel (sim, ele existe, mas leva presentes apenas para as inconfessáveis e jingoubélicas Capivaras Romenas), existe um doce animal chamado canguru da Lapônia. Dotado de uma tristeza singular, esse canguru queria ter nascido rena, para trasportar alegremente o trenó de Papai Noel. Apesar da viadagem (termo técnico utilizado pelos estudiosos), o canguru da Lapônia vaga inconsolável pelas planícies e planaltos lapões tentando convencer a todos de que o espírito de Natal vive dentro dele. Vestido com roupas de Papai Noel, ele espalha mensagens de boa vontade e confraternização entre os povos. Pena que ninguém ouve, já que ninguém acredita do canguru da Lapônia. Sim, ele existe. Ninguém acredita é que um canguru vestido de Papai Noel seja digno de confiança.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007 - Comentários (0)

Capivaras romenas e outros animais NonSense (5)

Depois de uma longa ausência, volto a apresentar registros inéditos das fenomenais e inigualáveis capivaras romenas (além de outros animais NonSense, claro).

Capivara Romena (foto: arquivo Inutiologia)
Capivara Romena: Não podemos negar que a Natureza é sábia e bela. O que, por si só, já demonstra sua complexidade, já que, sendo bela, não precisaria se preocupar em também ser sábia. As capivarinhas romenas quando nascem são seres ainda frágeis e dóceis. Para acostumá-las à vida selvagem do mundo moderno, a mamãe capivara oferece-se em sacrifício para a alimentação dos filhotinhos. Nesta foto, vemos um pequeno grupo de pequenas capivarinhas devorando a mãe, com requintes de crueldade, além de ketchup, batata frita, uns pãezinhos e uma deliciosa cobertura de chocolate derretido livre de gorduras trans.

Diabo da Tasmânia Crente de Osasco (foto: arquivo Inutiologia)
Diabo da Tasmânia Crente de Osasco: Essa criatura é deveras interessante. Fugindo de sua natureza natural, ele renegou suas origens nominais e converteu-se à Palavra do Senhor após ver a Luz Divina. Alguns pesquisadores garantem que isso seria apenas resultado de uma indigestão, Oh, Homens de Pouca Fé! Na realidade, o Diabo da Tasmânia Crente de Osasco é, sim, um animal peculiar, pois sempre está preocupado com o próximo e nunca esquece de separar 10% do que caça para dar ao pastor.

domingo, 18 de novembro de 2007 - Comentários (0)

Capivaras romenas e outros animais NonSense (4)

Capivara Romena (foto: arquivo Inutiologia)
Capivara Romena: Todos sabem que as capivaras romenas são bichos dóceis, a não ser quando não o são. Além disso, sua habilidade com química, física e biologia são decantadas em verso e prosa. Portanto não é de se estranhar a ingenuidade que vemos nesta foto de uma capivara bonitinha se preparando para fazer uma pesquisa in loco sobre a vida após a morte a partir da experiência de se auto-explodir. Singelo.

Aranha da Vila Mimosa (foto: arquivo Inutiologia)
Aranha da Vila Mimosa: Na zona portuária do Rio de Janeiro existe um refúgio de aranhas de diversas espécies. São as aranhas da zona, como alguns cidadão locais definem. A Aranha da Vila Mimosa é a espécie mais, digamos, protuberante dessa zona. Com suas oito pernas e capacidade de sucção acima do normal, a aranha da Vila Mimosa é capaz de sobreviver às maiores intempéries e continuar em cima do salto. Os cientistas apenas desconhecem o nome científico da espécie, já que as aranhas da Vila Mimosa nunca dizem seu nome verdadeiro.

Pombos Grã-finos da Grã-Bretanha (foto: arquivo Inutiologia)
Pombos Grã-finos da Grã-Bretanha: A Grã-Bretanha é um país peculiar, a começar pelo fato de que são vários países. Mas isso não vem ao caso quando se analisa os pombos grã-finos que abundam nas ruas especialmente de Londres. Os pombos grã-finos da Grã-Bretanha é uma das espécies mais bestas do reino animal (quiçá do vegetal!). Eles limpam o bumbum após cagar nas estátuas e se recusam a voar, preferindo andas nos tradicionais táxis londrinos ou nos ônibus de dois andares. Infelizmente, os pombos grã-finos da Grã-Bretanha estão em extinção, pois de uns tempos para cá há uma tendência à metrossexualização na espécie, ao mesmo tempo em que a fêmea do pombo grã-fino se torna cada vez mais macha, numa doença conhecida como Síndrome de Tatcher.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007 - Comentários (1)

Capivaras romenas e outros animais NonSense (3)

Mais uma rodada de nossas fotos das incríveis e extraordinárias capivaras romenas e de alguns não tão incríveis nem tão extraordinários animais NonSense.

Capivara Romena (foto: arquivo Inutiologia)
Capivara Romena: As capivaras romenas, além de mamíferos belos e graciosos, ainda são répteis, aves, peixes e até minerais, conforme a necessidade do momento. Essa foto flagra um raro momento de adaptação ao meio aquático de uma capivara romena que buscava alimento na foz do rio Apfelstrudel, no coração da cidade romena de Gesundheit (cidade de influência sueco-alemã).

Avestruz de Pelotas (foto: arquivo Inutiologia)
Avestruz de Pelotas: Os avestruzes de Pelotas são os animais mais machos da flora brasileira. Quiçá da fauna. Avessos a demonstrações de sensibilidade, os avestruzes de Pelotas matam todas as fêmeas assim que nascem (como eles se reproduzem ainda é um mistério para a botânica e para a mineralogia). Nessa foto, feita por um cientista fantasiado de árvore, vemos um raro momento de descontração de um avestruz de Pelotas, que leva em seu dorso uma estátua feita por suas hábeis asas. Sim, estátua. Pensou que era o quê, seu maldoso?

Furão Sacana com Lasers da Guatemala (foto: arquivo Inutiologia)
Furão Sacana com Lasers da Guatemala: Localizados na selvagem floresta secreta guatemalteca, os furões sacanas com lasers da Guatemala são uma rara espécie de mustelídeo que, banhado pelo lago Aycaramba, depósito de resíduos tóxicos da usina nuclear Guatemala I, adquiriu a genotípica capacidade de lançar raios laser pelos olhos. Como é um sacana, adora jogar raios nos outros furões. Por sorte, os furões sacanas com lasers da Guatemala são animais espertos, que utilizam capacetes de futebol americano para sua proteção. Apenas por essa razão a espécie subsiste até o hoje.

domingo, 3 de dezembro de 2006 - Comentários (0)