Marta responde! (replay VIII)

As últimas perguntas relativas a História do antigo site “Marta Responde!” são as que estão abaixo. Duas perguntas de história universal e uma de história para boi dormir.

Continuando nosso esforço hercúleo de resgatar todas as perguntas e respostas do antigo site Marta reponde!, trazemos dessa vez três questões científicas (ou quase).

Como se explica a disposição dos blocos de pedra Stonehenge?
Marta responde: Os druidas utilizavam essas pedras como centro místico de energia. Consequentemente, a disposição das pedras servia para facilitar essa exposição energética. Como os druidas possuíam conhecimentos rudimentares de física, posicionavam as pedras de forma que a energia eólica local se misturasse com a energia expelida pelas plantas colocadas em torno do monumento. Quando os druidas se colocavam dentro da Stonehenge, batiam com os pés no chão repetidas vezes e espirravam em direção às pedras. Isso, somado às energias locais já citadas, permitia que os druidas sentissem toda a energia mística do local e aumentassem seu poder. Claro que também há a teoria de que eles eram malucos, mas isso nunca foi comprovado.

Robin Hood realmente existiu?
Marta responde: Sim, mas não exatamente. O famoso personagem de ficção Robin Hood foi criado com base no aventureiro inglês Robinson Hoody, que viveu na mesma época citada nas estórias de Robin. As diferenças básicas entre o personagem real e o de ficção é que Robinson não era herdeiro de nenhuma terra na Inglaterra, sendo realmente um aventureiro que participou das guerras santas porque gostava de ver sangue. Quando voltou para a Inglaterra após fugir de uma prisão em algum lugar inóspito da Europa, Robinson conheceu Frei Tucky, que o converteu para uma vida religiosa. Ele, então, passou a defender os fracos e oprimidos, pedindo aos ricos que dessem algum dinheirinho aos pobres e defendendo o trono do rei Coração de Leão com orações fervorosas. Isso tudo prova que fizeram muito bem em modificar a história, pois a vida de Robinson Hoody era chata pacas.

Qual era o enigma da Esfinge?
Marta responde: A Esfinge era o ser mitológico que propunha um desafio para quem se atravesse a visitar a cidade de Tebas. Quem errava, era devorado. Ninguém nunca havia acertado até que Édipo, o tarado por mães, decifrou o enigma. Mas, ao contrário do que muitos pensam, o enigma não era o manjado “que animal tem quatro pernas de manhã, duas à tarde e três à noite?” onde a resposta lógica e simples é “o homem”. Se fosse assim, muita gente já teria acertado antes de Édipo, o patricida. Na realidade, a esfinge perguntava ao viajante qual era a fórmula da Coca-Cola, produto que só seria invetado milênios depois. Mas, como Édipo, o come-quieto da Grécia, era muito esperto, não disse simplesmente “eu não sei” para a Esfinge como haviam feito todos os que se aventuraram por aquelas bandas antes dele. Ele apenas relatou uma fórmula meio louca contendo cocaína, cola de sapateiro e café gelado e a Esfinge acabou aceitando pois também não sabia qual era a fórmula correta (coisa que nem mesmo as três únicas pessoas do mundo que dizem que sabem, sabem).

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009 - Comentários (0)

Marta responde! (replay VII)

Continuando nosso esforço hercúleo de resgatar todas as perguntas e respostas do antigo site Marta reponde!, trazemos dessa vez três questões científicas (ou quase).

Por que quando alguém boceja perto de nós, também bocejamos?
Marta responde: Isso é uma atividade inerente do ser humano. Basta que alguém boceje ao nosso lado (ou até que simplesmente vejamos uma foto com alguém bocejando) que nós bocejamos logo em seguida. Isso é uma atitude pouco estudada do organismo humano chamada “corporativismo corporal”. Quando vemos ou ouvimos um bocejo, registramos isso em nosso cérebro. A informação é processada pelas células nervosas e atinge em cheio a medula óssea, que transmite esses dados de volta ao cérebro e faz com que repitamos o acontecido. Com algumas pessoas isso também ocorre com tosse ou coceira. Mas, com bocejo, é praticamente universal. Provavelmente um resquício no nosso inconsciente do que ocorria na idade da pedra, onde os homens das cavernas simbolizavam com o bocejo que estavam cansados. Como a comunidade era muito unida, quando um estava cansado, todos também ficavam.

A máquina fotográfica Kirlian tem fundamento científico ou é “bruxaria”?
Marta responde: O pesquisador que dá nome à máquina fotográfica Kirlian descobriu uma maneira de, no momento em que a leitura de luz que produz a foto é realizada na máquina, captar o que convencionou-se chamar de “aura”. Defeito de revelação não seria uma teoria plausível devido ao fato de que as cores costumam corresponder ao estado comportamental em que a pessoa se encontrava no momento da foto (estando nervosa, a aura sai vermelha, por exemplo). Sem contar que pessoas sem determinadas partes do corpo surgiam com a aura formando essa parte. Por exemplo, um perneta apareceria com a aura do seu pé. Bruxaria com certeza não é. Há fundamentos científicos no funcionamento da câmera. A única coisa que não se sabe exatamente é qual a utilidade disso.

O homem é parente do macaco?
Marta responde: Segundo Darwin, “o homem e o macaco têm origem semelhante”. Quem sou eu para contestar Darwin? Bom, levando em consideração a origem comum, claro que são parentes. Dessa maneira, resta-nos descobrir o grau de parentesco. Ora, irmãos têm origens semelhantes (no caso, pai e mãe, embora nos dias atuais não necessariamente os dois em comum). Mas não somos irmãos deles. Pouco mais adiante, temos os avós comuns, que ampliam o conceito parentesco para o termo “primos”, que, convenhamos, é bem genérico e serve para qualquer parente que não tenha uma classificação conhecida. A conclusão à qual cheguei é: homem e macaco são parentes, mais precisamente primos. Portanto, não há nenhum problema moral em colocar macacos no zoológico, pois vários primos próximos costumam merecer isso também.

sábado, 31 de janeiro de 2009 - Comentários (0)

Marta responde! (replay VI)

Algumas seções do antigo site Marta Responde! tinham poucas perguntas. Portanto, trago de uma vez as duas únicas perguntas da seção “Primeiros” e a solitária pergunta da seção de esportes.

Quando ocorreu o primeiro transplante da história?
Marta responde: O primeiro transplante da história foi, por incrível que pareça, um transplante de coração. Na Idade Média, aproximadamente no século XV, na Itália, um mercador de vinhos chamado de Manolo Piccolo ficou famoso por ter realizado em um de seus clientes esse transplante. O que ocorreu foi o seguinte: Manolo estava, como fazia toda semana, levando um barril de vinho do Porto para o conde Ítalo Delcima (que ficou muito famoso posteriormente dando nome até para locais importantes pelo mundo). Porém, ao chegar no castelo do conde Ítalo, Manolo deparou-se com a família do nobre chorando sua morte (a do conde, não do Manolo, que continuava vivo). Manolo ficou desesperado, pois Ítalo era seu melhor cliente, e propôs-se a ressuscitar o conde. Ninguém acreditou quando ele disse que poderia transplantar o coração de uma pessoa viva para uma morta e com isso tornar o morto novamente vivo. Sob a incredulidade geral, Manolo mandou que pegassem qualquer empregado do castelo para que ele o matasse e, rapidamente, retirasse o coração para o transplante. Assim fizeram. Pegaram um dos empregados dos quais ninguém gostava muito para essa nobre função de ressuscitar o nobre morto. Manolo matou o rapaz (cujo nome não ficou registrado nos livros de história) e pegou seu coração. Rapidamente colocou-o no lugar do coração do corpo sem vida do conde Ítalo utilizando para isso apenas uma tesoura afiada. Em menos de cinco minutos, nada aconteceu. Manolo foi preso por ter assassinado o empregado da família e foi enforcado por ter atentado contra a integridade do corpo morto do conde Ítalo. Como pôde ser visto, o primeiro transplante da história foi também o primeiro transplante a não dar certo da história.

Quando foi a primeira inseminação artificial da história?
Marta responde: A primeira inseminação artificial da história da humanidade ocorreu na Grécia Antiga, aproximadamente no ano de 563 a.C. quando os peloponesos invadiram a Macedônia e seqüestraram a princesa de Galícia, mas isso não vem ao caso. A primeira inseminação artificial foi realizada pelo filósofo grego Arisktómus, que gostaria de ter um filho mas não era muito interessado pelas pessoas do sexo feminino, como muitos de seus compatriotas na época (e alguns ainda hoje, compatriotas ou não). Portanto, ele não desejava ter contato com mulheres, mesmo sabendo que o sexo era extremamente necessário para que ele realizasse seu sonho de ser pai. Arisktómus resolveu, então, utilizar todo seu conhecimento para preparar uma ampola de seu sêmen para artificialmente colocá-lo em sua prima Arisfánes (era comum a relação entre parentes na Grécia Antiga). Sua técnica consistia em lavar uma ânfora com água morna e despejar nela meio litro de esperma (levava quase dez dias para conseguir tal feito). Depois, era adicionado uma espécie de conta-gotas na boca da ânfora e o artefato era colocado na mulher (o local exato fica por conta da sua imaginação). Arisktómus agiu dessa maneira e Arisfánes ficou grávida. O único problema que ocorreu com o processo, mas que ninguém até hoje sabe exatamente o porquê, é que apesar de ter sido inseminada com o sêmen de Arisktómus a criança nasceu com a cara do escravo númida que servia a Arisfánes. Provavelmente ocorreu algum defeito no processo manual de fabricação da inseminação, mas isso não tira a primazia do fato.

Para que serve a pequena área no futebol?
Marta responde: Quando o futebol foi criado e, consequentemente, suas marcações foram definidas, houve uma grande discussão sobre qual deveria ser a área para se marcar o pênalti. Todo mundo sabe que atualmente o pênalti é marcado na grande área, mas, na época, a pequena área (que hoje não tem nenhuma serventia a não ser para os vendedores de cal) era a preferida pela ala escocesa dos criadores do esporte mais popular do mundo. O problema é que, como os escoceses sempre jogavam bola com a cara cheia de uísque, eles não conseguiam acertar o gol da distância requerida pela grande área, preferindo chutar da pequena. Depois que o líder dos escoceses morreu de cirrose hepática, os ingleses venceram a disputa por qual área seria oficialmente a do pênalti e a grande ganhou. Mas mantiveram a pequena como uma homenagem ao amigo que morreu (e também porque eles não conseguiram apagar, já que isso demandaria uma mão-de-obra especializada em limpar cal e a rainha da Inglaterra não havia permitido essa contratação).

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 - Comentários (0)

Marta responde! (replay V)

Mais uma rodada da recuperação das antigas perguntas e respostas da amada Marta. Dessa vez, vamos às perguntas sobre História!

Como Pedro Álvares Cabral errou o caminho das Índias e veio parar no Brasil?
Marta responde: Normalmente, os livros de História alegam que esse fato deveu-se à confusão de Pedro Álvares Cabral quando o mesmo tentava chegar às Índias. Na realidade, o que houve foi mais simples: ele estava mesmo atrás da descoberta da América, pois sabia de antemão que Cristóvão Colombo, que chegara à costa estadunidense em meados de 1492, estava apenas em uma ilha da costa, e não no continente propriamente dito. Pedro, tomado por uma vaidade monumental, pôs-se a perseguir a descoberta desse novo continente para que o mesmo tivesse seu nome: continente Pedroalvarina (já que todos continentes recebem nomes no feminino). Porém Américo Vespúcio chegou antes e batizou esse canto do planeta com seu nome. Pedro, triste com o fato, resolveu procurar outro novo continente, o que o trouxe à América do Sul, em 1500. Mas, para seu azar, era tudo um continente só. E, para maior azar, foi na costa do Brasil que ele aportou, produzindo assim a primeira piada de português da qual se tem conhecimento.

Como foram construídas as pirâmides do Egito?
Marta responde: As pirâmides foram construídas com enormes blocos de pedra que uma pessoa comum não conseguiria carregar sozinha. Os blocos eram levados por grandes grupos de egípcios, que utilizavam troncos de árvore para que as pedras rolassem pelo chão (O deserto onde encontram-se as pirâmides atualmente, naquela época era ainda gramado, o que dificultava o carregar dos blocos). Ao ver aquelas pessoas esforçando-se incrivelmente para, em um dia inteiro, só conseguir colocar três blocos de pedra na base da pirâmide, os alienígenas da raça Hyndieris abstrudis (que surgiram do mesmo tronco evolutivo que os chupa-cabras, mas que desenvolveram o cérebro) resolveram ajudar. Porém, ao contrário do que se imagina, não foram eles que construíram as pirâmides com seus poderes telecinéticos. Eles apenas trouxeram, de sua raça mais evoluída, dez picapes, dois caminhões, vários litros de combustível e muito cimento, mas a mão-de-obra continuou terráquea (era mais barata). Depois de tudo pronto eles levaram o equipamento de volta e, conforme havia sido combinado com o faraó, exploraram as pirâmides comercialmente durante cinqüenta anos para compensar os gastos. Essa também pode ser considerada como a primeira Parceria Público-Privada da história universal.

Por que os kamikazes usavam capacete?
Marta responde: Era parte da complexa cultura nipônica. Sempre que alguém estava prestes a morrer, deveria se precaver de todas as formas possíveis para que a morte só ocorresse no momento certo. Eles não poderiam correr o risco de acabar morrendo antes de completar o ciclo assassino-suicida de suas missões. Isso porque eles eram tão pobres que, além de não terem dinheiro para comprar lançadores de mísseis (que era exatamente o que exigia que os kamikazes se jogassem com avião e tudo nos inimigos para os mísseis explodirem no ligar certo), eles também não gastavam na compra de equipamentos de segurança como vidros dianteiros ou extintores de incêndio. Então, a única defesa dos pilotos para não serem atingidos na cabeça e com isso perder a direção antes do momento derradeiro, era o capacete.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008 - Comentários (0)

Marta responde! (replay IV)

Já que estou ressuscitando o blog, nada mais justo que retomar a “recuperação” das antigas perguntas e respostas do site Marta Responde!

Para quem não lembra do que se trata, esse site (que virou uma reles seção do Inutiologia) trazia parguntas respondidas pela especialista em generalidades Marta Alencar da Silva. Dessa vez trazemos as explicações de Marta para o significado de três ditos populares:

“Casa de ferreiro, espeto de pau”
Marta explica: Essa frase indica que o ferreiro é uma pessoa que obviamente conhece muito bem seu material de trabalho: o ferro. Ora, se ele utiliza o espeto para, por exemplo, assar carne, saberia que utilizando ferro como material para o dito espeto, este funcionará como condutor de calor, queimando sua mão. Precavido, o ferreiro utiliza um espeto de pau, que não conduz o calor e que, portanto, pode ser utilizado sem restrições para preparar um churrasquinho.

“Quem ri por último, ri melhor”
Marta explica: Simples. Como quem ri por último sempre é um retardado que demorou para entender a piada, quando finalmente entende ri com muito mais gosto pois, além de ter achado graça, ficou feliz por ter entendido.

“Santo de casa não faz milagre”
Marta explica: Na realidade, essa frase era diferente em sua origem. Ela dizia “buda de casa não faz milagre”. Basta ver que reza a tradição que, quando você está na casa de outra pessoa e coça a barriga de uma estátua de buda, terá riqueza, o que não aconteceria se fosse um buda em sua própria casa. Porém, a tradição cristã no Brasil acabou fazendo com que várias pessoas modificassem essa frase para adaptá-la ao catolicismo. Mas não deu muito certo pois as pessoas continuam coçando as barrigas dos budas alheios e ainda por cima ganhamos um dito popular descontextualizado. Pra variar.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 - Comentários (0)

Marta responde! (replay III)

Antes de voltar para as clássicas perguntas e respostas, vamos lembrar de uma seção que começou pequena no antigo Marta responde!… e que continuou pequena, já que só tinha mesmo esses três tópicos que trazemos abaixo: O Dicionário da Marta!

Ao invés de perguntas e respostas, Marta trazia definições de palavras. Só que acabou ficando só com três palavrinhas dicionarizadas por ela. Portanto, continue lendo e regozije-se. Depois, pergunte para ela o que significa “regozije-se”.

Corporeidade - s.m. - É a idade que um corpo tem. Por exemplo: você pode ter 18 anos, mas se você fuma muito vai envelhecer rapidamente e sua corporeidade, ou seja, a idade de seu corpo, ficará em aproximadamente 30 anos. Outro exemplo seria quem passa por uma cirurgia plástica: tem oitenta anos mas uma corporeidade de 40.

Enfezado - v.tr.ind. - Esse é mais um dos problemas da filologia. Quando o termo “enfezado” surgiu, definia alguém que estava nervoso por ter defecado nas calças. Ou seja, estava “enfezado”, cheio de fezes. Com o tempo, essa palavra começou a ser utilizada para definir uma pessoa que estivesse nervosa por qualquer motivo, não apenas por causa de seu intestino frouxo.

Pudor - s.m. - A origem filológica da palavra é pu (colocar) + dor (dor), ou seja, colocar dor, fazer doer. O significado atual aparentemente é diferente, mas na verdade é igual. Ter pudor em algo é colocar-se uma dor - metaforicamente falando - quando esse algo ocorre. Uma pessoa cheia de pudores, pune-se quando faz algo que julgava que não devia fazer. Ou seja, põe dor em si mesma. Vendo o contrário, a pessoa despudorada não se sente dolorida ao fazer coisas despudoradamente.

segunda-feira, 26 de maio de 2008 - Comentários (0)

Marta responde! (replay II)

Na primeira parte da “recuperação” das antigas perguntas e respostas do site Marta Responde!, trouxe algumas perguntas filosóficas respondidas por Marta Alencar da Silva, a maior especialista do mundo em nada específico. Hoje, é a vez de algumas das perguntas mais amadas por todos: As perguntas clássicas!

Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?
Marta responde: Apesar dessa pergunta atravessar séculos sem ter tido jamais uma resposta definitiva, eu tenho a resposta que porá fim às dúvidas de toda a humanidade: é o ovo. O motivo é simples. No período pré-histórico, os grandes dinossauros (e os pequenos também) punham ovos, e não consta em nenhum livro de paleontologia a existência de galinhas no mesmo período. Há controvérsias no que diz respeito aos répteis conhecidos como galimnus, que seriam os parentes das galinhas naquela época, mas a galinha, no aspecto conceitual da ave que faz cocoricó, só veio a existir bem depois, o que destrói essa teoria e reafirma o que eu já havia dito: o ovo nasceu primeiro.

Qual a cor do cavalo de Napoleão?
Marta responde: Muito já de discutiu sobre o assunto na história da humanidade. Até uma piada, atualmente já sem graça, questionava “qual a cor do cavalo branco de Napoleão?”. A resposta óbvia seria “branca”, já que um cavalo branco conseqüentemente tem uma cor branca. Mas o questionador sempre respondia que era “marrom, depois que caiu na lama”. Sabemos que uma poça de lama comum não é suficiente para modificar a cor de um cavalo, pois esse é um animal muito grande. Em contrapartida, numa poça de lama funda o suficiente para lambrecá-lo todo, o animal morreria afogado. Portanto, ao questionamento de qual a cor do cavalo de Napoleão, só é possível afirmar que o eqüino ao qual a pergunta refere-se não é possuidor de nenhuma cor específica, afinal Napoleão utilizou vários cavalos durante todo sua vida de estrategista militar.

Com quantos paus se faz uma canoa?
Marta responde: Isso vai depender muito do tamanho da canoa, além do tamanho e da resistência da madeira que será utilizada. Em média, as canoas são feitas para uma pessoa e é utilizado pau de coqueiro. Como nas ilhas desertas só costuma ter um coqueiro e não há ferramentas disponíveis, a canoa é feita com nenhum pau (a não ser que o náufrago seja extremamente forte e consiga derrubar a árvore empurrando-a com as próprias mãos). Ou seja, com nenhum pau se faz uma canoa. Em média, lógico.

segunda-feira, 5 de maio de 2008 - Comentários (1)

Marta responde! (replay)

Com a mudança do blog, os posts que mais ficaram sem sentido foram os antigos posts referentes à seção “Marta responde!”, que falavam sobre a conclusão da página específica das perguntas e respostas a maior especialista em nada específico do mundo.

Além disso, dezenas de perguntas que existiam no site simplesmente sumiram quando da mudança para o novo sistema de blog. Portanto, para manter viva a memória da grande Marta Alencar da Silva (que não morreu, apenas está enrolando pra voltar), começarei a trazer todas as perguntas antigas em novos posts do Inutiologia para que se mantenha o registro dessas bobagens.

Obviamente, farei isso aos pouquinhos, começando com parte da seção de Filosofia:

De onde venho e para onde vou?
Marta responde: A resposta depende do tamanho de sua visão. Para os egocêntricos, basta dizer que vieram de si mesmos e vão continuar por aí. Para os intimistas, é necessário dizer que vieram do instante que passou e vão para o instante que se aproxima. As variáveis são enormes, o que dificulta a resolução de uma definição que funcione de forma genérica. O máximo de generalização que se permite ter nesse caso é a afirmação de que você veio do útero da sua mãe e vai para o estômago dos vermes, embora essa resposta possa ficar prejudicada assim que surgir o primeiro clone de um ser humano.

Qual o sentido da vida?
Marta responde: A vida é para ser vivida, afinal o verbo viver existe exatamente para que os vivos o vivifiquem. A questão humana é abordada nessa que pode ser considerada como uma das mais simples e complexas perguntas do mundo, mas ao pensar nessa colocação chegamos à conclusão de que os que filosofam em cima dessa questão são felizes ao perceberem-se sem um sentido para seguir, o que é justificável nos dias de hoje, onde uma ausência de sentido é o que mais faz sentido. Resumindo: O sentido da vida é ficar sentado pensando em qual o sentido da vida.

Deus criou o homem ou este está aqui para criá-Lo?
Marta responde: Essa é uma pergunta filosófica das mais complexas, já que depende de conhecimentos extra-físicos e extra-temporais. Ao contrário do que gostariam de fazer crer os ateus, foi Deus que criou o homem. Na realidade, Ele primeiro enviou seus anjos para criarem o homem, mas acabou enviando estagiários que, por engano, fizeram os dinossauros. Ele aguardou pacientemente (já que Sua paciência é infinita) e dizimou os lagartos gigantes depois de algum tempinho (o que são milhões de anos para Ele?). Então resolveu fazer Ele próprio o homem, pegando um dos animais que sobraram na Terra e transformando-o. Aleatoriamente, escolheu o macaco. Hoje em dia, o homem renega essa sua origem, porém podemos considerar, apenas filosoficamente, que o homem também está a criar Deus. Explico melhor: várias religiões impõem vários conceitos de Deus. Como Deus é um só e não se modificou nos trilhões e trilhões de anos em que existe, é o homem que dá vários formatos a Ele. Resumindo: Deus criou o homem de um ponto de vista literal (criou algo que não existia), e o homem criou Deus de um ponto de vista conceitual (criou vários “formatos” para algo que já existia).

Em breve, novos replays da seção “Marta responde!”. Enquanto isso, fique com a explicação que vinha logo na página de abertura do site da moça, cujo texto foi motivado por um maluco que veio me xingando por uma resposta sem sentido: “Esse site tem caráter de entretenimento. Fazemos o possível para que não haja nenhum resquício de lógica, muito menos fundo de verdade, nas respostas. Portanto, não leve a sério o que tem por aqui e não banque o retardado enviando e-mails informando que esta ou aquela resposta está errada”.

segunda-feira, 28 de abril de 2008 - Comentários (0)

Marta responde! (1)

Agora é definitivo! A partir de janeiro, a seção “Marta responde!” será atualizada, no mínimo, com cinco novas perguntas e respostas por mês. E esse post é só para eu ter uma testemunha de minha desgraça caso eu não cumpra essa promessa, quase uma resolução de ano novo.

Para reforçar que isso é uma verdadeira carta de intenções, lá vai uma pergunta e resposta de brinde em homenagem aos dias que antecedem as festas de fim de ano:

Quem criou o Natal?
Marta responde: A bela data comemorativa que é comemorada no dia 25 de dezembro foi inventada ainda na pré-história por um neanderthal que os cientistas convencionaram chamar de Ludovico. O motivo da escolha do nome se perde na história, lamento. Ludovico presenteava as crianças de sua tribo paleolítico-mesozóica com excrementos de dinossauros. Todos eram reunidos em uma espécie de saco, feito com couro de velociraptor, e jogados em cima das crianças. Era uma espécie de ritual de passagem, já que metade das crianças morria em decorrência de doenças trazidas por vermes existentes nesses excrementos. O estranho ritual foi registrado com sangue nas paredes das cavernas localizadas onde hoje é Paris. Na periferia, pra ser mais exato. Essa estranha cultura foi perpetuada mesmo após a Era do Gelo, sendo trazia até os dias atuais, especificamente na data em que a Igreja Católica convencionou que seria o nascimento de Jesus. Sabiamente, as referências aos excrementos de dinossauros foram suprimidas, afinal não existem mais dinossauros hoje em dia.

Para mais respostas perspicazes de Marta Alencar da Silva, autodidata em todos os assuntos que existem no mundo (e também dos que nem existem), basta visitar a seção Marta Responde! e chorar.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006 - Comentários (0)

Marta responde! Mandem perguntas!

Marta responde!Pretendo retomar com toda a força a seção “Marta responde!”, mas, para tanto, preciso de perguntas :)

Por favor, caros leitores (alguém por aí?), enviem suas perguntas para a maior autodidata do mundo, quiçá do Brasil: a indefectível Marta! Cliquem no logo para entrar em sua página e conferir seu e-mail :)

segunda-feira, 22 de maio de 2006 - Comentários (0)